DESCUBRA QUANTAS VEZES AO DIA ALIMENTAR O GATO

Você sabe quantas vezes ao dia alimentar o gato? Cheios de particularidades, os felinos também precisam manter a forma.

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27/08/2025

Se você é responsável por um felino, já deve ter se perguntado: quantas vezes ao dia alimentar o gato? Não existe uma resposta única, já que isso depende da idade, do apetite, do nível de atividade física do animal e se ele tem alguma doença, principalmente metabólica. Para saber mais sobre o assunto, continue lendo.

Importância de uma rotina alimentar para gatos

Saber quantas vezes ao dia alimentar o gato ajuda a manter o animal no peso ideal, previne problemas de saúde, como obesidade e diabetes, e melhora o comportamento, já que ele fica menos ansioso, diminuindo os miados por comida.

Frequência ideal da alimentação diária por idade

A frequência ideal da alimentação do gato varia muito conforme a idade do animal. No geral, os filhotes precisam de várias refeições ao longo do dia, pois estão em fase de desenvolvimento e muita exploração.

À medida que os filhotes crescem, o gasto energético diminui, assim como a necessidade diária de ingestão de calorias. 

As individualidades devem ser respeitadas. Portanto, os números abaixo são somente uma orientação para os responsáveis, que devem sempre consultar o médico-veterinário antes de qualquer mudança na rotina do animal:

  • filhotes (até seis meses): de três a quatro vezes ao dia. Eles necessitam de mais energia e nutrientes para o crescimento. Por isso, dê somente alimentos para filhotes de gato;

  • jovens (de seis meses a um ano): alimentar os jovens é um pouco diferente de alimentar gato filhote. De duas a três vezes ao dia podem ser suficientes. Também já inicie a transição para a alimentação adulta;

  • adultos (de um a sete anos): duas vezes ao dia. Ele já não precisa de tanta energia. É hora de controlar o peso e focar na manutenção da saúde;

  • idosos (sete anos ou mais): duas vezes ao dia, com ração específica para a idade. Preste atenção redobrada aos problemas renais, hepáticos e digestivos.

Ração seca x úmida: como equilibrar?

Os responsáveis por gatos sabem da importância de oferecer ração úmida: dessa forma, há maior ingestão hídrica indireta, pois esse alimento possui 70% de água na composição. Além disso, a ração úmida é mais palatável. 

Por outro lado, a ração seca é muito prática e dura mais que a úmida no comedouro. Por conter grãos mais duros, também ajuda a manter a saúde dental.

No entanto, não são todos os felinos que aceitam comer só o sachê ou só a ração seca, então, como conciliar a oferta dos dois tipos de alimento? O ideal é não misturar os dois no mesmo prato, já que o seco não estraga tão rápido quanto o úmido se o gato não come tudo.

Outra dica para alimentar o gato é seguir as recomendações de quantidade diária dos fabricantes, mas se lembre: o mais importante é consultar um médico-veterinário para ele orientar caso a caso.

Alimentação por livre demanda (free feeding) é uma boa ideia?

A alimentação por livre demanda é a modalidade em que o responsável coloca a comida no comedouro conforme o gato vai comendo, ou seja, é à vontade. Esse tipo de oferta não é proibido. Porém, só funciona para alguns tipos de animais, como aqueles que não comem mais do que o indicado.

Nesse caso, a discussão não é quantas vezes ao dia alimentar o gato, mas se ele sabe o quanto deve comer. Para os gatos que comem o tanto que você coloca e sempre pedem mais, é um risco, assim como para os que têm tendência à obesidade. Além disso, a livre demanda exige um controle ainda mais rigoroso da quantidade diária total.

Dicas para manter uma boa rotina alimentar

Agora que você já sabe quantas vezes alimentar o gato, pode considerar montar uma rotina alimentar, com horários fixos, para ele. O felino, que gosta de previsibilidade, com certeza, vai aprovar.

Aproveite o momento da alimentação para estimular o instinto de caça que existe nele. Use brinquedos interativos ou esconda pequenas porções pela casa para ele farejar e achar.

Lembre-se de sempre deixar água fresca e limpa à disposição do animal. O gato bebe água por oportunidade, pois ele sente sede de forma diferente da dos humanos. Por isso, espalhe fontes de água pela casa. 

Quando consultar o veterinário?

A consulta com o médico-veterinário deve ser constante. O profissional irá definir a melhor forma de alimentar o gato na escolha da ração, da frequência ou do horário das refeições.

Se você observar mudanças no apetite do animal ou variações de peso sem explicação, também é hora de visitar o veterinário. Ele vai verificar se tem algo de errado com o gato, por meio de uma análise clínica e exames complementares. 

Dependendo do que for constatado, pode passar uma rotina de tratamento ou indicar mudanças de hábitos que vão beneficiar o felino.

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